As apresentações
demonstraram a importância do poder de financiamento do estado, seja pelo
governo central ou local. São necessários fundos de investimento para
viabilizar maiores práticas inovadoras, segundo Luís Afonso Bermúdez,
conselheiro da Anprotec e moderador na discussão dos melhores casos da Europa.
Foram apresentadas experiências bem-sucedidas na Irlanda, na Bélgica e na
Holanda em conceitos como spin off industrial, em que resultados de P&D de uma
empresa podem inspirar o surgimento de novos negócios com foco específico e
diferenciado.
Os números das incubadoras
no Brasil: As 384 incubadoras de empresas que existentes no país são
responsáveis por mais de 2,5 mil empreendimentos graduados, já estão no
mercado. Eles faturam R$ 4,1 bilhões por ano e empregam quase 30 mil pessoas.
As atuais 2.060 empresas incubadas têm faturamento de aproximadamente R$ 533
milhões e possuem mais de 16 mil postos de trabalho.
Alguns destaques:
ü Conhecer o Programa PII programa de incentivo a
inovação do estado de MG;
ü Startup, desafio de empreender e inovar;
ü Ecossistema, colaboração, desenvolvimento em rede;
ü Modelo de gestão de incubadora.
Conclusões do primeiro dia
Durante toda programação do primeiro dia, vários palestrantes compartilharam
experiências e informações, com foco na análise das políticas, instrumentos de
apoio e fomento aos ambientes de inovação no país, os Workshops também falaram sobre
o Marco Regulatório da Inovação. Os painéis retrataram a visão dos ambientes de
inovação e seus diferentes estágios de operação e suas demandas reais entre as
atuais condições oferecidas, avaliaram instrumentos e mecanismos de fomento à
inovação, houve também debates sobre proposição de políticas de apoio para
parques tecnológicos e incubadoras de empresas.
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